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Estado Islâmico avança na Líbia e Itália fecha embaixada

Com o avanço do Estado Islâmico na Líbia a Itália resolveu fechar sua embaixada e repatriar os cidadãos italianos que moravam naquele país. A decisão foi tomada neste domingo (15) após o crescimento da violência promovida pelos jihadistas.

Dezenas de italianos que residiam na Líbia foram transportados com escolta da Marinha e da Aeronáutica italiana que prestaram este serviço para proteger os cidadãos de possíveis ataques do EI.

A Itália foi o último país da Europa a deixar a Líbia, os dois países sempre tiveram relações comerciais amigáveis, os demais países fecharam suas representações diplomáticas há uns seis meses e suspenderam os voos que tinha a Líbia como origem ou como destino.

Além de retirar sua embaixada e transportar os italianos de volta ao seu país de origem, o governo da Itália resolveu propor ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) uma intervenção militar na Líbia para combater os jihadistas.

Roma está disposta a enviar pelo menos 5 mil homens para evitar a instalação de um califado no país que está a 350 quilômetros da costa sul da Itália. Outros países europeus estão preocupados com a ocupação de jihadistas na Líbia como a França e a Grã-Bretanha.

A morte de 21 cristãos egípcios foi o motivo para que a Itália resolvesse fechar sua embaixada no país, os jihadistas degolaram os egípcios e divulgaram o vídeo na internet. Com informações Jornal do Brasil
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