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Aliança Evangélica fala sobre o papel da igreja no combate à corrupção

A Aliança Evangélica divulgou um texto falando sobre o papel da Igreja diante do combate à corrupção. Usando textos bíblicos que versam sobre a busca por justiça e o cuidado com grupos mais vulneráveis a entidade mostra que a Igreja precisa combater esse mal.

O texto tratou de explicar o significado dessa palavra: “Corrupção pode ser definida como abuso de poder para o benefício próprio à custa de outros ou da sociedade como um todo. Este abuso pode ser exercido por pessoas, por grupos, por organizações, por empresas, corporações e instituições religiosas também”.

Dito isso, a entidade que representa diversas denominações evangélicas diz que a “corrupção é um câncer social” que afeta toas as classes sociais, principalmente os mais pobres.

Sobre o fator religioso do tema, a Aliança Evangélica lembra que a corrupção também afeta a relação com a vivência da fé cristã e suas implicações éticas. “É uma manifestação de injustiça. Do lado do corruptor há clara manifestação de desonestidade e também de abuso de poder econômico, ao usar do dinheiro para obter um favor, uma facilitação ou uma vantagem ilegal. Do lado do corrompido, há também desonestidade associada à ganância, que o leva ao ganho indevido e muitas vezes ilegal.”

O texto traz dados precisos sobre a corrupção, sobre os valores desviados e também traz formas de combater essas ações. “A Igreja de Cristo, os cidadãos comuns e as organizações da sociedade civil podem fazer a diferença!”

As ações para combater a corrupção precisam ser coletivas, onde os cidadãos se tornam vigilantes e passam a fiscalizar e denunciar os atos ilegais. “Inclusive no espaço eclesiástico, nas denominações, nas instituições, nas empresas de comunicação e na política”, diz o texto. Leia o texto na íntegra aqui.
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