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Cristãos são atacados por que distribuíam comida para os pobres

Na aldeia de Nalidi, distrito de Pallisa, região leste do Uganda, a população é predominantemente muçulmana. Recentemente, 27 cristãos que trabalhavam em um projeto de produção de alimentos foram atacados por jihadistas armados.

Enquanto colhiam arroz, 16 cristãos acabaram surpreendidos por radicais islâmicos. Eles invocavam a jihad – guerra santa – e gritavam em árabe: “Estamos lutando pela causa de Deus”, afirmou o sobrevivente John Supete. A maioria dos feridos ainda convalescem no centro de saúde de Butebo, para onde foram levados.

“Os muçulmanos nos bateram usando facões, pedaços de pau e barras de ferro. Vários de nós ficamos feridos”, disse outro sobrevivente, Kirya Mbulambago, acrescentando que a maioria das vítimas tinha cortes sérios.

Um imã identificado apenas como Akiimu liderou o grupo no ataque, disseram fontes. A maioria dos cristãos sofreram cortes profundos na cabeça, no rostos e mãos, bem como lesões nas costas.

Os 11 cristãos que não foram feridos gravemente continuam com o trabalho. A lavoura de arroz onde eles trabalham é um esforço conjunto de igrejas de três denominações diferentes. Trata-se de um projeto essencialmente missionário. Parte da produção é vendida para ajudar a pagar o material escolar de famílias carentes. Uma outra porção é doada para membros da comunidade, independentemente de sua religião.

Através desse projeto de evangelização, 21 muçulmanos aceitaram a Jesus nos últimos seis meses, afirma o Morning Star News.

Isso irritou os líderes muçulmanos que começaram as ameaças os cristãos. Os líderes da mesquita tinham advertido que aqueles que abandonassem o Islã seriam tratados com severidade, conforme ensina o Alcorão, numa clara ameaça de morte. A perseguição tem se intensificado na região.
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