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O que a morte de Fidel pode representar para a igreja?




A morte do líder revolucionário cubano, Fidel Castro, não reduzirá o assédio e a violência contra a igreja em Cuba, conforme um colaborador da Portas Abertas que atua no país. “O regime de Fidel realmente tem sido uma enorme fonte de sofrimento para os cristãos. Os líderes não aguardam por mudanças, já que Raúl Castro, seu irmão mais novo, está no poder desde 2008. O que poderia mudar?”, questiona ele.

Até as eleições de 2018, Raúl terá 87 anos e disse que renunciará como presidente. Até lá, porém, a igreja continuará enfrentando as “prisões ocasionais” de líderes, a proibição de construir novas igrejas, entre tantas outras restrições. Todo o trabalho que a igreja desenvolve está sujeito ao controle governamental, há muitos anos. Recentemente, as autoridades do país exigiram que algumas igrejas devolvessem os bens doados, como alimentos e materiais de construção que estavam distribuindo para as pessoas que tiveram suas casas destruídas ou danificadas pelo furacão Matthew, que devastou principalmente a província de Guantánamo, onde cerca de 1,3 milhão tiveram que deixar suas casas, além de enfrentarem enchentes e deslizamentos de terra.

“A situação não é boa, mas já foi pior. Há algumas décadas os cristãos estavam sujeitos a espancamento e assassinatos. Hoje em dia, o número de crimes como estes é bem menor”, comentou o colaborador. Os cristãos cubanos perseveram. “Aprendemos a suportar pacientemente as aflições da vida. Aprendemos a perdoar. Aprendemos a amar nossos inimigos. Aprendemos a viver através da nossa fé. E, principalmente, aprendemos que Deus tem poder para suprir todas as nossas necessidades”, finalizou um cristão cubano que não foi identificado por motivos de segurança.
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