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Julgamento de pastores presos injustamente no Sudão é adiado mais uma vez




O caso dos pastores que foram presos sob a acusação de uma suposta “espionagem” no Sudão ainda não teve um fim. O julgamento que deveria ter acontecido no dia 9 de janeiro foi adiado mais uma vez. Na ocasião, os advogados de defesa apresentariam seus argumentos. Mas a audiência foi cancelada e, provavelmente acontecerá neste domingo (29).

Jasek, Shamal e Hassan estão presos há mais de , em Cartum. Agora, eles irão esperar mais para saber qual será a decisão do juiz. Apesar de programados quase que semanalmente, os processos judiciais estão sendo sempre adiados sem aviso prévio, quando uma testemunha, um tradutor ou o próprio juiz não comparecem.

Em outubro de 2016, o Parlamento Europeu procurou ajudar os acusados, por meio da aprovação de uma resolução de urgência, pedindo a libertação “imediata e incondicional” dos cristãos. Foi alegado que eles não devem ser julgados por “simplesmente sublinhar o sofrimento da comunidade cristã em áreas devastadas pela guerra no Sudão”.

Pena de morte

Apesar desse esforço, o governo entende que eles estão “manchando a imagem do país”. Da última vez foi adiado porque os advogados de acusação não se “prepararam adequadamente”. Todos os pastores são acusados de espionagem e podem enfrentar a pena de morte se forem condenados.

De acordo com a “Christian Solidarity Worldwide”, Jasek é acusado de propagar notícias falsas. Ele, Taour, Shamal e Abdumawla enfrentam pelo menos sete acusações, incluindo "guerra contra o Estado". Uma acusação contra os pastores é que eles propagaram notícias sobre igrejas sendo queimadas em Cartum e bombardeadas nas montanhas de Nuba, onde os cristãos são classificados como "ateus".


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