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Trump corta ajuda financeira a ONGs estrangeiras que fazem abortos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (23) um decreto que limita a ajuda financeira a organizações estrangeiras que realizam e apoiam o aborto. Este representa o cumprimento de mais uma de suas promessas de campanha, em seus primeiros dias de trabalho.

Estabelecida pelo presidente Ronald Reagan, em 1984, a medida impede o financiamento com recursos federais a ONGs internacionais que realizam abortos ou promovem conteúdos sobre o tema.

Em 2009, Barack Obama rescindiu da medida logo após assumir a presidência. Em seu quarto dia de mandato, Trump assinou a regra de reintegração em uma cerimônia na Casa Branca, resultando em críticas imediatas por parte dos democratas.

Durante a campanha eleitoral, Trump e o vice-presidente, Mike Pence, enfatizaram sua postura contrária à prática do aborto.

Em sua nova administração, o presidente nomeou um juiz contrário ao aborto à Supremo Corte, destacando que a indicação poderia resultar na anulação da sentença do caso "Roe v. Wade", que legalizou o aborto nos Estados Unidos em 1973.

Michael Burgess, presidente do comitê de saúde da Câmara, elogiou a medida do republicano. "A vida é um presente precioso e sagrado, e devemos fazer tudo o que pudermos para protegê-la”, disse ele ao jornal americano The Hill.

"Aplaudo o presidente Trump por dar este importante passo. Espero que continuemos trabalhando juntos no avanço das políticas pró-vida e na proteção dos dólares dos contribuintes", acrescentou.
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